Orientação aos GPJs

Circular nº    04/2013

Porto Alegre, 07 de março de 2013

 Ao(s) Senhor(a) Presidente dos Órgãos de Unificação

Ao(s) Senhor(a) Diretor dos DIJ dos Órgãos de Unificação

          O Departamento de Infância e Juventude (DIJ) da Federação Espírita do Rio Grande do Sul (FERGS) atendendo as solicitações do nosso Movimento Espírita Juvenil e baseado: no acompanhamento das atividades dos Grupos de Programações Juvenis – GPJs; nas dúvidas encaminhadas ao Setor de Juventude do DIJ FERGS; nas orientações feitas aos Órgãos de Unificação em relação aos GPJs e em especial, nas considerações feitas na reunião com os Diretores de DIJ dos Órgãos de Unificação e Coordenadores de GPJs presentes no IV EEGPJs de 2012 vem por meio desta circular, encaminhar, em anexo, documento contendo o Regulamento para os Grupos de Programações Juvenis (GPJs).

          Assim, este Regulamento tem por objetivo orientar e regulamentar a formação, organização e funcionamento dos Grupos de Programações Juvenis e as atividades por eles desenvolvidas, as quais deverão estar em consonância com as diretrizes de ação e de Unificação do Movimento Espírita.

            Contamos com a cooperação das lideranças da nossa federativa para que o Movimento Espírita Juvenil possa se fortalecer e crescer de forma organizada e que os

nossos GPJs possam contribuir significativamente para os objetivos maiores do Espiritismo.

Saudações fraternais,

Marlise Ribeiro GonçalvesDiretora do DIJ FERGS Maria Elizabeth BarbieriPresidente da FERGS

Sr (as) Presidentes das UMEs, UDEs, UNIMEs, CREs.

REGULAMENTO DOS GRUPOS DE PROGRAMAÇÕES JUVENIS – GPJs

Preâmbulo

O presente regulamento tem por objetivo orientar e regulamentar a formação, organização e funcionamento de todos os Grupos de Programações Juvenis (GPJs) e as atividades por eles desenvolvidas em consonância com as diretrizes de ação e unificação da Federação Espírita do Rio Grande do Sul, da Federação Espírita Brasileira/Conselho Federativo Nacional e do Conselho Espírita Internacional.

O presente regulamento aplica-se aos Grupos de Programações Juvenis (GPJs) já existentes e que venham a ser criados no Estado do Rio Grande do Sul.

Dos Objetivos do Grupo de Programações Juvenis (GPJ)

Art. 1 – Os Grupos de Programações Juvenis (GPJs) têm por objetivo a programação de atividades no âmbito do Movimento Espírita do Rio Grande do Sul, atuando junto aos Órgãos de Unificação da FERGS, buscando contribuir com as ações propostas pelo Departamento de Infância e Juventude e demais Departamentos dos referidos Órgãos de Unificação, os quais serão responsáveis pelo acompanhamento e qualificação dos jovens como trabalhadores do Movimento Espírita, possibilitando a aquisição de conhecimentos, habilidades e valores necessários à liderança.

Parágrafo Único: São Órgãos de Unificação da Federação Espírita do Rio Grande do Sul os Conselhos Regionais Espíritas, as Uniões Municipais Espíritas, as Uniões Intermunicipais Espíritas e as Uniões Distritais Espíritas.

Da Participação dos Jovens

Art. 2 – Para integrar e permanecer no GPJ, o jovem evangelizando deverá:

I – Frequentar assiduamente aos encontros de evangelização há no mínimo 1 (um) ano, com 75% de presença.

II – Estar comprometido com os ideais espíritas e de unificação.

III – Ter espírito de cooperação, vontade de servir e noções bem definidas de responsabilidade.

IV – Estar acompanhado de um evangelizador responsável do Centro Espírita que frequenta, em todas as reuniões do GPJ. Excepcionalmente, quando nenhum dos evangelizadores do DIJ do Centro Espírita que o jovem participa puder lhe acompanhar, caberá ao Diretor do DIJ deste Centro Espírita indicar um trabalhador, que preferencialmente tenha algum vínculo com o  trabalho do DIJ, para acompanhar o(s) jovem(ns) na reunião do GPJ.

Art. 3- O (a) Jovem participa do GPJ porque é referenciado pelo DIJ do Centro Espírita que frequenta.

Parágrafo único: a ausência reiterada no C.E implica em desligamento do GPJ, sendo substituído por outro jovem.

Da Participação do Evangelizador

Art. 4 – Para acompanhar o jovem integrante do GPJ, o Evangelizador deverá:

I – Frequentar assiduamente os encontros de evangelização.

II – Ter disponibilidade para sempre acompanhar o(s) jovem(ns) nas reuniões e nas demais atividades do GPJ.

III – Ter espírito de cooperação, vontade de servir e noções bem definidas de responsabilidade, estando comprometido com os ideais espíritas e de unificação.

IV – No caso de impossibilidade de acompanhar os jovens, outro evangelizador que preencha os requisitos deverá ser designado. Excepcionalmente, quando nenhum dos evangelizadores do DIJ do Centro Espírita que o jovem participa puder lhe acompanhar, caberá ao Diretor do DIJ deste Centro Espírita indicar um trabalhador, que preferencialmente tenha algum vínculo com o trabalho do DIJ, para acompanhar o(s) jovem(ns) na reunião do GPJ.

Do Coordenador de GPJ

Art. 5 – O coordenador do GPJ deverá ser escolhido pelo Diretor do DIJ do Órgão Unificador, com base nos seguintes critérios:

I – Conhecer o trabalho desenvolvido pelos GPJs, com base nestas orientações;

II – Preferencialmente ser evangelizador de juventude há no mínimo 2 (dois) anos e estar evangelizando na Juventude, no momento;

III – Preencher os demais requisitos elencados no artigo anterior.

Das Reuniões do GPJ

Art. 6 – As reuniões deverão ser realizadas somente nos Centros Espíritas e/ou sedes de Órgãos de Unificação, cuja periodicidade será definida por cada GPJ.

Das Atividades do GPJ

Art. 7 – São atividades do GPJ o planejamento e realização nos eventos do Setor de Juventude e a cooperação com o Setor de Infância do DIJ e também com os demais departamentos dos Órgãos de Unificação, quando solicitado.

Parágrafo Único – Todas as atividades do GPJ deverão ser informadas pelo Coordenador ao Diretor do DIJ do Órgão de Unificação ao qual está vinculado para prévia aprovação.

Do Local das Atividades

Art. 8 – As atividades do GPJ deverão ser realizadas prioritariamente nas Instituições Espíritas, observando-se as seguintes disposições:

I – Os Encontros de Juventude deverão ocorrer nas Instituições Espíritas, permitidas exceções devidamente autorizadas pela diretoria do respectivo Órgão de Unificação;

II – Os GPJs poderão prestar auxílio às atividades do Movimento Espírita que venham a ocorrer fora das Instituições Espíritas, desde que estejam estritamente à programação das atividades do GPJ;

III – Atividades de confraternização deverão ser sempre acompanhadas pelos respectivos evangelizadores dos jovens para serem consideradas como atividades do GPJ;

IV – No caso dos jovens realizarem atividades por conta própria, sem a presença dos evangelizadores, não será considerada como sendo do GPJ e os jovens não deverão identificar-se com camisetas e de outras formas como sendo do GPJ.

Das Autorizações

Art. 9 – Os evangelizandos menores de 18 (dezoito) anos deverão apresentar autorização escrita firmada por seu responsável legal para participarem das reuniões e demais atividades do GPJ.

Parágrafo Único: Deverá ser feita uma autorização específica para cada atividade a ser realizada.

Art. 10 – As autorizações referidas no artigo 9 deverão conter horário de início, término e local das atividades, de forma a prestar o máximo de informação aos pais ou responsáveis legais do jovem.

Art. 11- Todos os jovens integrantes dos GPJs, inclusive os maiores de idade, deverão ser acompanhados pelos respectivos evangelizadores do Centro Espírita que frequentam nas reuniões e nas atividades.

Das Disposições Transitórias

Art. 12 – Os GPJs já existentes quando do início da vigência do presente regulamento terão o prazo de um ano para as adequações as suas disposições, ou seja, até 01 de março de 2014.

Art. 13 – Este regulamento entra em vigor na data de 01 de março de 2013.

DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE DA FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL

Porto Alegre, 01 de março de 2013.

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